
Funcionários poderão entrar em greve. Foto: Divulgação
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Santos
- O Sindicato dos Rodoviários fez assembléia no último dia 24 de junho, com os trabalhadores da Viação Bertioga, que aprovaram a paralisação em 13 de julho, uma segunda-feira.
A greve, também já aprovada pelos motoristas da Translitoral, na sexta-feira (19), ocorrerá se as empresas não pagarem os salários de junho reajustados em 6% (Guarujá) e 7% (Bertioga), desde a data-base de maio.
Nesta sexta-feira (26), às 20 horas, a assembléia dos rodoviários que operam os seletivos de Santos deverá tomar a mesma decisão de paralisar o serviço no dia 13, pelo mesmo motivo (6%).
Os trabalhadores aguardarão o pagamento, no quinto dia útil (6), para verificar se os índices foram aplicados aos salários e benefícios como vale-refeição e cesta básica.
Se a folha vier sem a reposição retroativa de maio e sem os reajustes aprovados na primeira quinzena de junho, o sindicato fará três assembléias consecutivas e decretará oficialmente a greve.
Nesse caso, as assembléias, de acordo com a Lei (de greve) 7783-1989, que prevê o aviso da paralisação, no mínimo 72 horas antes, por meio de edital na imprensa, acontecerão na segunda (6), terça (7) e quarta-feira (8).
Respectivamente, os editais sairão na quarta (8, Translitoral), quinta (9, Bertioga) e sexta-feira (10 Guaiúba seletivos), anunciando a greve de segunda-feira (13).
Com 150 ônibus, a Translitoral atende 100 mil passageiros por dia, com 800 empregados, 480 dos quais motoristas. Eles cobram também a cláusula do acordo coletivo que inclui um dependente no plano de saúde.
As assembléias dos trabalhadores da Translitoral são na subsede do sindicato em Guarujá, Rua Rolando Paiva, 46, bairro Santa Maria. As do pessoal da Bertioga são no Society Fliper Esporte Center, Avenida Marginal, 10.413, Albatroz II. E as dos trabalhadores da Guaiúba Transportes, na Rua Frei Gaspar, 2.701, Beira Mar, São Vicente. |